Internet Explorer: uma história sobre decadência tecnológica
Não tem desculpas. O Internet Explorer, ou IE, é desde muito tempo uma das piores opções de navegadores web. Sua decadência se tornou mais evidente quando as tecnologias web evoluíram e começaram a cada vez mais sofrer para funcionar adequadamente nos navegadores de Microsoft. Podemos enumerar diversos problemas, entre eles:
- Renderização problemática com a falta de compatibilidade com vários recursos de front-end (CSS, Javascript, etc)
- Segurança é duvidosa
- Execução lenta de javascript
- Não possui complementos como o Firefox, Chrome, etc
- Incompatibilidade com HTML5
Além desses pontos, versões problemáticas mancharam a imagem do IE. Tais como, o Internet Explorer 8, por exemplo, que mesmo ao ser fechado mantinha seu processo aberto e consumindo memória. O IE 7 que é um lixo para renderizar CSS. E por aí vai…
A decadência é evidente. Segundo dados do StatCounter, o Internet Explorer chegou chegou a ocupar cerca de 70% do mercado online mundial em 2009 e assistiu passivamente o crescimento de seus concorrentes. Primeiramente o Firefox, e em seguida o Google Chrome da Google que hoje tem sido o navegar que tem apresentado maior crescimento de uso. Dado a sua simplicidade e rapidez.

Hoje, se você perguntar a qualquer desenvolvedor web, ouvirá uma resposta negativa e uníssona sobre o IE, ou como muitos chamam, IECA. Ainda há grande resistência em seu uso, muitas vezes provocadas por tecnologias Microsoft que insistem em deixar tudo totalmente compatível com IE e ignoram os demais. Entretando, muitas empresas de desenvolvimento hoje, simplesmente, ignoram a compatibilidade com o IE, notademente as que não trabalham com as tecnologias Microsoft. O vídeo abaixo representa uma propaganda honesta do IE9.







