Por heliobentzen em 1 de August | Diversão & Videos
Já pensou em juntar um monte de sons de animais que foram hits do youtube e fazer música? Bem, foi isso que fizeram. Muito bem bolado!
Por heliobentzen em 1 de August | Diversão & Videos
Já pensou em juntar um monte de sons de animais que foram hits do youtube e fazer música? Bem, foi isso que fizeram. Muito bem bolado!
Por heliobentzen em 31 de July | Humor
Por heliobentzen em 29 de July | Humor & Videos
Você já parou pra pensar qual é seu baterista coreano favorito? Eu já escolhi o melhor deles. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHA… Tem vários vídeos dele no youtube, o cara destrói!!! AH! Seu nome é Kwon Soon Keun e ele hoje reside no Canadá, sendo de fato muito famoso pela Coréia do Sul.
Por heliobentzen em 29 de July | Sociedade
Nick Vujicic, 26, um metro de altura, é um australiano que conseguiu superar sua rara condição genética de nascença (focomelia) que o deixou sem braços ou pernas. Ele foi um grande ícone desde 2009 por, mesmo diante de tal condição, surfar, jogar golf e hoje viver basicamente de dar palestras motivacionais para todo tipo de pessoas. O cara criou a fundação Life Without Limbs (Vida sem Membros) com o ideal de criar uma corrente em pessoas com a mesma deficiência. E o que há de muito interessante nisso tudo não é o choque de ver alguém com raro problema, ou ver alguém que superou os problemas que enfrenta. Mas, notar que acima da superação em si está o que chamamos de sentimento de auto-comiseração que é algo que inexiste em um cara como o Vujicic. Esta porcaria de sentimento que nos faz ter dó de nós mesmos gera além de uma grande dependência, uma inércia total que culpa delegada a terceiros. É por esse tipo de sentimentos que vemos pessoas reclamarem de parentes, amigos, nichos, políticos e nada fazerem. E, claro, só anulando tal sentimento podemos enxergar um pouco da fagulha da superação que requer, além da nulidade da auto-comiseração, a transpiração excessiva. Portanto, se você “tem peninha” de você ou de alguém saiba que não é por aí que enfrentaremos a vida. E este não é um artigo de auto-ajuda, mas de um pouco de realidade.
Vi o vídeo no nossomundoaparte.
Por heliobentzen em 29 de July | Humor

Se você achava que só em banco do carro era possível encontrar um plástico para proteger da sujeira, ou que só o controle da TV no máximo teria uma capa protetora a resposta é que você estava errado. Pegue agora mesmo aquele filme plástico no seu armário e trate de enrolar seus controles de vídeo game. A técnica permite também que você jogue enquanto toma banho. E, claro, em dia de festinha você pode exibir seus controles dentro de uma bolha para todos seus amiguinhos verem como você sabe conservá-los. #NOT
Por heliobentzen em 29 de July | Humor
Por heliobentzen em 29 de July | Humor
De bizarros a, vez por outra, também geniais. Esse parece ser uma espécie de activia japonês. Simples, cômico e que chama a atenção de qualquer mulher: que mulher nunca quis jogar aquela gordura da barriga para os peitos que atire a primeira pedra.
Por heliobentzen em 26 de July | Cinema & Sociedade
Muita coisa no Brasil tem sido produzida e passada um pouco despercebida. É o caso desse premiado curta: Black-out. Confiram um pouco de uma realidade diária no nosso Brasil.
Dirigida pelo Daniel Rezende, (Cidade de Deus, Tropa de Elite…). “Em “Black-out” (2007), dois assessorezinhos merrecas de deputado – interpretações de Augusto Madeira e Wagner Moura – fumam um baseado no final do expediente e nos revelam o Brasil. É a maconha revelando a arte da política.” – Marcelo Tas.
Por heliobentzen em 26 de July | Fragmentos & Sociedade

Há poucos dias a web era restrita popularmente a armazenar conteúdo e trocar informações estaticamente. Só isso. Ou seja, você navegava por botões, textos com links, fotos, gifs, copiava, colava, enviava um email. E só para o usuário padrão. O tempo passou vieram muitas revoluções, aplicações, um boom da multimídia, banda larga e popularização da internet. Ao lado, a necessidade de humanizar a web e fazer com que todos tivessem voz e compartilhassem suas vidas. E, claro, isso seria muito interessante para as empresas que podiam saber cada vez mais de você e tentar te transformar num objeto de fácil mensuração.
Veio o blogger, Orkut, Facebook e uma penca de redes e máquinas sociais. O objetivo em comum era de dar voz a todos, criar profiles, identificação, gerar buzz, conteúdo. Não parou por aí, com advento dos smartphones, surgiram demandas pela simplicidade e foi aí que o Twitter surgiu. Uma febre em vários países até que chegou também no Brasil: um grande número de usuários a fim de compartilhar informações, notícias pioneiras lá (até os jornalistas da velha-guarda, empresas, artistas tiveram de aderir). Se não te importa, basta não seguir.
Porém, como de praxe, essa massificação, já convencional no Brasil carrega o que se chama vulgarmente por alguns de “orkutização” [1] [2]. Ou seja, um fenômeno em que milhares de jovens brasileiros, em média entre 15 e 25 anos acabam por praticar todas as piores práticas de convivência, respeito ao próximo e bom uso dos serviços. E o que esses jovens têm em comum? Quais indicadores para tais espécies, se é que assim podemos chamar?
- São alimentados pelo carcinoma da má educação e maus hábitos,
- Leitura inexiste. No máximo ler um pedaço daqui e dali e achar que tudo sabe. Ou mesmo uma literatura barata e sem qualquer valor agregado. Isso possibilita comentários sem nexo, discussões incoerentes e por aí vai. Ao lado desse sintoma convive o mito de onisciência,
- “Tudo posso já que sou anônimo se eu quiser”. Perfis falsos são criados carregando a inocência de que há anonimato, mas por traz de qualquer perfil há ips, traces e códigos que facilmente apontam para qualquer pessoa. Neste aspecto nota-se o mito da onipotência, similar ao ato de usar drogas e achar que nada irá acontecer,
- Fotos, fotos e mais fotos representam um pouco de seu narcisismo (principalmente mostrando a câmera nova no espelho, ou com pouca roupa para exibir os dons físicos). O ego é o principal responsável por esse item, vale inclusive sujar a própria imagem,
Mas, espera aí, essas características condizem muito mais com as possibilidades do Orkut e no Twitter temos outro nicho. Uma ferramenta social totalmente diferente em que nos limitamos a 140 caracteres. Um lugar onde seria impossível suprir suas demandas de ego e vaidade, correto? ERRADO. Extensões do Twitter vem a calhar para essas sub-espécies. E quais são suas armas?
- Formspring para alimentar perguntas íntimas ou carregadas de futilidades (bem diferentes daqueles em papel e caneta que sua inocente amiga no colégio um dia pediu pra você responder),
- O Twitcam em que você pode tirar a roupa e se exibir para o máximo de pessoas. O objetivo aí consiste também em ser muito popular e, pasmem os acessos na ferramenta, a depender da erotização das imagens ultrapassa a de qualquer site de noticiário nacional como G1, Folha, etc.
- E por que não aproveitar do próprio espaço do Twitter para um papel de parede mais ousado, um avatar mais atraente ou mesmo um link para seu Orkut?
- Sigam-me TODOS! Não importa se para isso precisarei usar um script que seguirá milhões de pessoas em só um clique, ou se só há fantasmas me seguindo. O importante é ter mais seguidores para mostrar relevância e com isso saciar a sede do ego com sua pseudo-relevância.

A internet está aí. Cada vez mais social, mais acessível. A inclusão digital não é maldita, mas a educação falha por inexistir. As ferramentas, obviamente não foram feitas para esse tipo de uso. Falamos aqui de exceções que ocorrem no Brasil. Exceções que formam uma grande massa de jovens que, caso se transformem, terão muita vergonha do que fizeram ou, pior que isso, serão prejudicados por atos que ficarão armazenados para sempre na rede (sim, está tudo eternamente guardado em servidores no mundo todo – não adianta só deletar).
Nesse mar de máquinas sociais ainda resta esperança para nós. Até porque podemos falar horizontalmente. Não precisamos de palco, palanque, câmera de tv, artigo de jornal. Basta ser útil, alguns vloggers, blogs, tuites têm mostrado que somos fortes quando queremos ser e que nosso impacto em proliferar o bem pode ser vital para a extinção dessas sub-espécies. O formspring, por exemplo, pode ser uma ótima peça de comunicação com a população para os políticos ou empresas privadas ou orgãos públicos. Não há qualquer tipo de justificativa governamental, moral ou ideológica para ser um vaso oco em que o conteúdo é feito de esterco e uma planta bonita, mas que logo irá apodrecer. Todo mundo tem direito de usar a internet como ferramenta de entretenimento sim, claro, óbvio. Mas, quando o limite alheio é invadido algo de muito errado está acontecendo.